Entender melhor o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um passo essencial para reduzir o preconceito e a discriminação. Pessoas autistas não são “menos”, apenas percebem e interagem com o mundo de uma maneira única
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, cerca de 1 em cada 160 crianças está no espectro.
Esse número tem aumentado, em grande parte, pelo avanço da informação e pela busca por diagnóstico mais cedo.
O diagnóstico precoce faz diferença!
Ele possibilita o acesso a terapias que contribuem no desenvolvimento e na qualidade de vida.
E quem são essas pessoas?
Estão em todos os lugares:, vizinhos, estudantes, trabalhadores, familiares
O autismo não tem aparência definida, por isso, muitas vezes passa despercebido, aumentando desafios no dia a dia.
Além disso, fatores como classe social, cultura, gênero e raça também influenciam o acesso a direitos e oportunidades.
A campanha nacional deste ano traz o tema: “Celebrando a Neurodiversidade” reconhecendo e respeitando as diferenças como parte da sociedade.
Você sabe o que representa o símbolo do quebra-cabeça?
Ele surgiu em 1963 e foi popularizado por uma organização norte-americana para representar o autismo.
Já a fita colorida, adotada em 1999, simboliza a diversidade de pessoas e famílias dentro do espectro.
Cada cor representa histórias únicas
Ao ver alguém usando o símbolo do quebra-cabeça, lembre-se: respeito, empatia e inclusão fazem toda a diferença.
As informações ajudam na identificação inicial, mas o diagnóstico deve ser feito por um profissional especializado.
Diga não ao preconceito e à discriminação.
Informação gera respeito!
Uma campanha da Prefeitura de Pontal do Paraná.